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Tereza Cristina não descarta disputar Presidência da República em 2026

por Alexandro Zinho
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Senadora seria a substituta de Bolsonaro que enfrenta um julgamento de ‘carta marcada’ no TSE, presidido pelo ministro Alexandre de Moraes.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) expressou a possibilidade de concorrer à Presidência da República nas eleições de 2026, caso o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fique inelegível. 

Em uma entrevista, ela mencionou que ser presidente do Senado seria o ápice de sua carreira política. No entanto, a senadora deixou claro que não tem intenção de concorrer ao governo de Mato Grosso do Sul no próximo pleito. Ela manifestou seu apoio à reeleição do governador Eduardo Riedel (PSDB).

Em conversas informais, Tereza reconheceu que é considerada um dos principais nomes da direita para enfrentar uma possível candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição. 

O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), inclusive, já mencionou a preparação do nome de Tereza, caso Bolsonaro seja impedido de concorrer. 

Com o objetivo de ganhar maior visibilidade política, a senadora está estabelecendo o Instituto Vetor em São Paulo, com a finalidade de promover debates sobre temas relevantes para o país. Esse instituto poderá ser um trampolim para uma eventual candidatura presidencial de Tereza, mas tudo dependerá, é claro, da situação de Bolsonaro, de quem ela foi ministra da Agricultura.

Se isso ocorrer, será a segunda vez que Mato Grosso do Sul terá uma mulher disputando o Palácio do Planalto. 

Nas eleições de 2022, a então senadora Simone Tebet MDB-MS) ficou em terceiro lugar na votação realizada no país. A emedebista recebeu 4,9 milhões de votos (4,16%), durante o pleito que garantiu uma vitória conturbada de Lula, sob forte suspeita de fraude nas urnas eletrônicas. 

Todos esses movimentos estão sendo realizados com cautela, a fim de evitar precipitações. Tanto a direita quanto a esquerda estão atentos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que iniciou o julgamento do processo do PDT para tornar o ex-presidente inelegível, devido às críticas às urnas eletrônicas feitas em uma reunião com embaixadores. 

Para analistas e a oposição, trata-se de um julgamento de “carta marcada” por perseguição política do presidente do TSE e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, simpático ao governo comunista do PT, liderado pelo presidente Lula. 

Os ministros do TSE começarão a votar na próxima terça-feira. Ontem, houve a leitura do parecer do relator e as manifestações dos advogados e da PGR (Procuradoria-Geral da República).

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