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Sanesul orienta população de Dourados sobre importância da caixa d’água nas residências

por Alexandro Zinho
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Empresa reforça que reservatório é exigência legal e evita transtornos durante manutenções na rede

A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) reforçou a importância de cada residência possuir caixa d’água, conforme prevê o Marco Regulatório do Saneamento Básico e as normas da ABNT. O alerta foi feito pelo diretor Comercial e de Operações da companhia, Madson Valente, que destacou que cerca de 15% da população de Dourados ainda não possui reservatório, o que pode causar transtornos em situações de manutenção do sistema.

Segundo Madson, a instalação de caixa d’água é obrigatória por lei e garante autonomia ao consumidor em eventuais interrupções temporárias no abastecimento. Ele lembrou que o fornecimento contínuo de água não é realidade nem mesmo em grandes capitais.

“Em cidades como São Paulo, o abastecimento ocorre apenas duas ou três vezes por semana, o que torna essencial a reservação domiciliar. O sistema não opera de forma ininterrupta”, explicou.

O diretor observou que manutenções — preventivas ou corretivas — fazem parte da rotina operacional e são realizadas com agilidade. O tempo médio de restabelecimento do fornecimento, segundo ele, é de até três horas.

“Quando há necessidade de fechar um setor para conserto, o cliente que possui caixa d’água dificilmente percebe a interrupção. Já quem não tem, sente o impacto imediato”, afirmou.

Madson também destacou a dimensão da rede operada pela Sanesul em Mato Grosso do Sul.

“A rede de água tem extensão equivalente à distância de Dourados até Vitória (ES). A de esgoto chegaria até São Paulo. Somando as duas, seria como daqui até Manaus. É uma estrutura complexa, sujeita a rompimentos e variações de pressão que exigem intervenções constantes”, detalhou.

A orientação da empresa é que cada residência mantenha reservatório de, no mínimo, 500 litros, volume suficiente para suprir o consumo familiar durante manutenções pontuais.

“Com essa capacidade, a família passa pelas intervenções sem sentir os efeitos. O sistema é eficiente, mas, como qualquer equipamento, precisa de revisão e cuidado”, concluiu Madson Valente.

Com informações: ACOM/SANESUL

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