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Riedel reúne-se com Simone Tebet para discutir investimentos para MS

por Alexandro Zinho
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Governador também se encontrou com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro.

Riedel durante encontro com Simone em Brasília (Foto: Divulgação).

Após participar entre o fim da manhã e começo da tarde desta quarta-feira (24) da 14ª edição do Fórum dos Governadores, realizado em Brasília (DF) e que teve como cerne a discussão da reforma tributária, o governador Eduardo Riedel aproveitou a visita à capital federal para se encontrar com dois ministros.

Lá, ele foi até ao Ministério do Planejamento e Orçamento, onde foi recebido pela ministra Simone Tebet e também se encontrou com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro, para debater assuntos do interesse do Estado.  Ele foi acompanhados dos secretários Eduardo Rocha (Casa Civil) e Ana Ali (PGE).

“Vim para tratar de assuntos estratégicos para o Mato Grosso do Sul. É com diálogo e parcerias que vamos construir o Mato Grosso do Sul que queremos: verde, próspero, inclusivo e digital”, afirma o governador Eduardo Riedel.

O encontro acontece em momento crucial no cenário nacional, quando diversos projetos estão entrando em fase mais avançada de elaboração. Um deles é o Plano Safra 2023/24, ao qual Fávaro defende ampliação dos recursos oferecidos para financiamento – também hoje Fávaro se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre isso.

Já mais cedo, Eduardo Riedel discursou no Fórum dos Governadores e cobrou, recebendo apoio de outros governadores, uma definição mais clara de como vão funcionar os mecanismos de compensação de perdas de arrecadação a serem criadas a partir da reforma tributária, que deve gerar impacto nas contas estaduais.

O chefe do Executivo sul-mato-grossense quer aprofundar tal debate e, assim, evitar que problemas ocorridos em outras alterações tributárias passadas, como a Lei Kandir, voltem a se repetir. No caso específico da Lei Kandir, o governador estima que Mato Grosso do Sul tenha perdido R$ 6 bilhões desde a criação do mecanismo, em 1996.

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