Home Bastidores Lula, com sua popularidade em baixa, teve uma reunião com seu marqueteiro

Lula, com sua popularidade em baixa, teve uma reunião com seu marqueteiro

por Alexandro Zinho
Compartilhe

O presidente se encontrou com Sidônio Palmeira, que havia participado de sua campanha em 2022.

A queda na popularidade no terceiro mandato do governo do PT levou a uma preocupação dentro do partido e levou o presidente a realizar diversas atividades, incluindo um encontro com o marqueteiro de sua campanha de 2022, o publicitário Sidônio Palmeira.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a reunião entre Lula e Sidônio ocorreu na semana passada. Não foram divulgados detalhes sobre o que foi discutido entre eles durante a reunião. Sidônio foi o responsável pelo slogan “União e Reconstrução” da atual administração federal.

Além desse encontro, o presidente também convidou ministros que anteriormente foram governadores para um jantar na última segunda-feira (11). Lula também se reuniu com membros do Grupo de Trabalho Eleitoral do PT, onde avaliou as negociações em andamento sobre as candidaturas municipais.

Diante do cenário conturbado da popularidade de Lula, segundo o Estadão, a orientação do PT seria ceder a cabeça de chapa a partidos aliados na maior quantidade possível de capitais e cidades com mais de 100 mil eleitores. Em troca, segundo o veículo, as siglas apoiariam a candidatura de Lula à reeleição em 2026.

Nesta segunda (18), Lula realizou a primeira reunião ministerial do ano, exatamente com uma pauta que visa cobrar o andamento de programa e ações governamentais. O que ocorre, no entanto, é que a sequência de crises está mais relacionada a posicionamentos ideológicos do próprio presidente.

Em fevereiro, Lula comparou o ataque de Israel na Faixa de Gaza ao extermínio de judeus promovido por Adolf Hitler, em uma fala que gerou fortes críticas contra o petista. Depois, o chefe do Executivo brasileiro criticou a oposição ao regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro e pediu “presunção de inocência” contra irregularidades cometidas pela gestão dele.

Na última pesquisa Quaest, divulgada no dia 6 de março, a avaliação negativa do governo subiu cinco pontos percentuais (34%), encostando na positiva (35%). A desaprovação do presidente, por sua vez, passou de 43% em dezembro para 46% agora. Entre os evangélicos, o índice de reprovação chegou a 62%.

Compartilhe

Esse site usa cookies para melhorar sua experiência. Nós assumimos que você ta ok com isso, porém você também não aceitar. Eu aceito. Não aceito.

Olá, como posso te ajudar?