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Desenvolvimento Regional precisa de mais recursos para enfrentamento de desastres, diz coordenador da transição

por Alexandro Zinho
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Em entrevista o deputado Leandro Grass (PV-DF) afirmou que área precisará de orçamento maior para Defesa Civil e “melhorar destinação de recursos para ações estruturantes”.

O deputado Leandro Grass (PV-DF), que coordena o Grupo Técnico (GT) de Desenvolvimento Regional da transição de governo do presidente eleito Lula (PT), disse que serão necessários mais recursos para o enfrentamento de desastres.

Ele pontuou que seu grupo vem trabalhando em diagnósticos e avaliações sobre o orçamento da pasta, além de regras e normas estabelecidas pelo atual governo. “Estamos produzindo um relatório de alertas ao novo governo para que medidas emergenciais sejam tomadas”, explicou.

O deputado pontuou que acredita que serão necessários mais recursos para áreas como a secretaria de Defesa Civil, que é encarregada da contenção e enfrentamento de desastres em todo país.

“[A Defesa Civil] carece de investimentos nas ações de prevenção a desastres. [É preciso] mais investimento naquilo que vai preparar as cidades e municípios para eventuais prejuízos provocados pela chuva”, afirmou.

Ele também pontuou que outro problema da pasta diz respeito à alocação eficiente de recursos.

“Verificamos que boa parte dos projetos estruturantes dessa área acaba não tendo recursos. Isso porque a alocação de emendas parlamentares foi direcionada para projetos que não estão ligados a esses projetos estruturantes”, afirmou Grass.

“Por exemplo, a Codevasf tem projetos sem recursos para começar, enquanto parlamentares decidem encaminhar emendas para projetos, como aquisição de caminhões e equipamentos. O Ministério do Desenvolvimento Regional precisa de projetos estruturantes, e não ficar a mercê de emendas”, acrescentou.

Ao menos três partidos, fora o PT, já entraram em contato com o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, para demonstrar interesse em assumir o comando do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) a partir do ano que vem.

As siglas MDB, PSD e Solidariedade, que devem fazer parte da base aliada do novo governo, disputam a pasta – uma das maiores e com mais recursos da Esplanada dos Ministérios.

Veja a entrevista completa no vídeo

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