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Com 60.86% da área do esgoto, MS aprimora projetos de saneamento

por Alexandro Zinho
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A ideia é desenvolver estudo interinstitucional voltado para a execução dos projetos de universalização.

Dirigentes de estatais e da MS Pantanal durante a reunião (Foto: Agems).

Com 60.86% da área de cobertura do esgotamento sanitário, Mato Grosso do Sul avança a caminho da universalização do setor a partir do desenvolvimento de novos projetos voltados a obras de infraestrutura de saneamento básico.

A ideia é desenvolver estudo interinstitucional voltado para a execução dos projetos de universalização do esgoto visando à melhoria da qualidade de vida da população, a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.

O assunto foi discutido na quarta-feira (17) entre os diretores-presidentes da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), Renato Marcílio, da Agems (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos), Carlos Alberto de Assis, e da Ambiental MS Pantanal, Paulo Antunes de Siqueira. 

Também participaram a diretora de Saneamento Básico e Resíduos Sólidos, Iara Marchioretto, o coordenador da Câmara Técnica de Saneamento, Leandro Caldo, e o Diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Sanesul, Leopoldo Godoy do Espírito Santo. 

A intenção é ampliar a proposta de um estudo com a participação de outros órgãos governamentais, direta ou indiretamente envolvidos com o fomento ao desenvolvimento sustentável, o meio ambiente, a logística e as políticas públicas.

Um dos objetivos do governador Eduardo Riedel é tornar Mato Grosso do Sul o primeiro estado da federação a universalizar o sistema de esgoto nos 68 municípios atendidos pela Sanesul, se antecipando ao que determina o novo marco legal do saneamento básico.

Também participaram a diretora de Saneamento Básico e Resíduos Sólidos, Iara Marchioretto, o coordenador da Câmara Técnica de Saneamento, Leandro Caldo, e o Diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Sanesul, Leopoldo Godoy do Espírito Santo. 

Além disso, a chegada de empreendimentos como a Rota Bioceânica e grandes empresas do setor de celulose está provocando mudanças na realidade dos municípios do Estado, o que inclui um aumento nas demandas por saneamento.

Consequentemente, é necessário que todos os envolvidos estejam atentos à necessidade de revisar os planos municipais de saneamento básico, ampliar as tecnologias originalmente planejadas e discutir melhorias de médio e longo prazo. O setor de saneamento é altamente dinâmico e requer atenção constante para garantir que os municípios recebam as obras e a universalização almejadas, conforme explica Iara Marchioretto.

PLANO DE GESTÃO

Ao apresentar em 24 de abril o seu plano de gestão, denominada “Ano 1 de um novo ciclo de desenvolvimento”, Riedel destacou que o governo investirá com recursos próprios R$ 176 milhões e mais R$ 220 milhões em parceria público privada ainda este ano, no setor de responsabilidade da Sanesul, totalizando R$ 396 milhões em obras de saneamento.

“Este ano, serão R$ 176 milhões em saneamento por parte do governo do Estado, e mais R$ 200 milhões do nosso parceiro dentro da PPP da Sanesul, caminhando fortemente para a universalização do saneamento básico. É algo transformador para nosso Mato Grosso do Sul modernizar a infraestrutura”, anunciou o governador.]

Segundo ele, Mato Grosso do Sul será o primeiro estado do País a universalizar o sistema de esgotamento sanitário nos 68 municípios onde a Sanesul detém a concessão dos serviços públicos.

“A previsão é que em quatro anos, o Mato Grosso do Sul alcance a cobertura de 80% do Estado com o serviço – água tratada, esgotos coletados e tratados”, diz trecho do plano de gestão apresentado na solenidade.

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