Lula, Dilma e Temer indicaram nomes que estavam em uma lista tríplice; Bolsonaro foi o primeiro em 18 anos a optar por um que não estava.

A Associação Nacional dos Procuradores da República apresenta ao presidente da República, desde 2001, uma lista tríplice com os nomes que consideram os mais bem preparados para assumir o comando da Procuradoria-Geral da República.
A lista foi aceita pelos presidentes até Jair Bolsonaro, que rompeu a tradição e indicou para o cargo Augusto Aras, que não estava na lista apresentada.
Podem se candidatar ao cargo de procurador-geral da República membros do Ministério Público Federal (MPF) que com mais de 35 anos de idade.
O presidente não é obrigado pela Constituição a escolher um dos nomes da lista para o cargo, mas, para os procuradores, a relação confere um “caráter democrático à escolha do procurador-geral da República”.
A CNN perguntou aos candidatos à Presidência da República o que eles pensam sobre a lista tríplice para a escolha do procurador-geral da República.
Confira abaixo as respostas:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT):
Procurado, o candidato disse que não vai comentar.
Jair Bolsonaro (PL):
O candidato não respondeu até o momento da publicação.
Ciro Gomes (PDT):
O candidato não respondeu até o momento da publicação.
Simone Tebet (MDB):
A candidata não respondeu até o momento da publicação.
Pablo Marçal (Pros):
O candidato não respondeu até o momento da publicação.
Felipe d’Avila (Novo):
O candidato não respondeu até o momento da publicação.
José Maria Eymael (DC):
O candidato não respondeu até o momento da publicação.
Leonardo Pericles (UP):
O candidato não respondeu até o momento da publicação.
Roberto Jefferson (PTB):
Não é regra. Não precisa obedecer. Mas ouvir a categoria é sempre bom. Não vemos conflito.
Sofia Manzano (PCB):
A candidata não respondeu até o momento da publicação.
Soraya Thronicke (União Brasil):
A candidata não respondeu até o momento da publicação.
Vera Lúcia (PSTU):
A candidata não respondeu até o momento da publicação.
