No aniversário de 48 anos, Mato Grosso do Sul celebra o papel do agronegócio como motor do desenvolvimento econômico e ambiental do estado. Desde a criação, em 1977, a bovinocultura de corte se consolidou como base da economia, e a presença da Embrapa Gado de Corte trouxe tecnologias inovadoras que aumentaram a produtividade e fortaleceram a pecuária e a agricultura sul-mato-grossense.
Entre 2002 e 2021, o PIB da agropecuária cresceu 768%, acompanhando a expansão da produção de soja, milho e cana-de-açúcar. Setores como florestas plantadas, celulose, suinocultura e avicultura também se destacam, com incremento expressivo nas exportações — que passaram de US$ 338 milhões em 1997 para quase US$ 10 bilhões em 2024.
O estado é referência em sustentabilidade e práticas ambientais: o plantio direto é adotado em 99% das propriedades e a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) ocupa mais de 3 milhões de hectares. Cerca de 35% do território rural mantém vegetação nativa, e 87% do Pantanal permanece preservado.
Mato Grosso do Sul também investe na transição para uma economia de baixo carbono, com sistemas de produção sustentável, florestas plantadas e adoção de práticas alinhadas ao ESG, fortalecendo a competitividade do agro e abrindo portas para mercados nacionais e internacionais.
Com tecnologia, inovação e gestão eficiente, o agronegócio sul-mato-grossense comprova que é possível produzir mais e preservar melhor, consolidando o estado como referência em desenvolvimento econômico e sustentabilidade.
Com informações: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul
