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A conta que sobra para o povo: aumento dos combustíveis em pleno ano eleitoral

por administrador
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O recente aumento dos combustíveis em todo o Brasil escancara mais uma vez quem paga a conta da falta de sensibilidade política: o povo brasileiro.

Por Carlos Monfort

Em pleno ano eleitoral, quando milhões de famílias já enfrentam dificuldades para manter o básico dentro de casa, governadores de perfil conservador, autorizaram reajustes que impactam diretamente o custo de vida da população.

O combustível não afeta apenas quem tem carro. Ele pesa no transporte público, encarece o frete, aumenta o preço dos alimentos, do gás, dos remédios e de praticamente tudo que chega à mesa do trabalhador. Quando o diesel sobe, sobe junto o arroz, o feijão, a carne e o pão. É uma reação em cadeia que aprofunda a desigualdade social.

O mais grave é a contradição política. Enquanto o Governo Federal tem buscado alternativas para conter preços, reduzir impostos federais, dialogar com a Petrobras e amortecer os impactos internacionais, governos estaduais simplesmente autorizam aumentos, sem diálogo com a sociedade, sem transparência e sem apresentar qualquer medida compensatória para a população mais pobre.

Trata-se de um desrespeito institucional. Governar não é apenas equilibrar planilhas fiscais; é ter compromisso social, sobretudo em momentos sensíveis como o atual. Autorizar aumento de combustível em ano eleitoral não é coincidência: é escolha política. Uma escolha que ignora o trabalhador, o pequeno produtor, o estudante, o motorista de aplicativo e o comerciante.

A pergunta que fica é simples: a serviço de quem governam?

Certamente não é da maioria da população, que sente no bolso, todos os dias, o peso dessas decisões.

O Brasil precisa de gestores que governem com empatia, responsabilidade social e coragem política, e não de administradores que transferem a conta para quem menos pode pagar. A população está atenta, e a memória do povo é maior do que muitos imaginam.

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