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Consumidores buscam alimentos saudáveis e sustentáveis, diz pesquisa

por Alexandro Zinho
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Embora cada geração tenha objetivos e prioridades diferentes, as principais tendências para o consumo de alimentos são comuns a todos os grupos.

Consumidores buscam alimentos saudáveis e sustentáveis, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pela empresa especializada em tendências e projeções de mercado, WSGN, revelou que os consumidores de 2024 estarão cada vez mais preocupados com a alimentação saudável e sustentável. Embora cada geração tenha objetivos e prioridades diferentes, as principais tendências para o consumo de alimentos são comuns a todos os grupos.

De acordo com o relatório, os baby boomers, pessoas nascidas na década de 1960, buscam envelhecer com saúde e priorizam refeições saudáveis. Já a geração X, nascida entre 1965 e 1980, procura estabilidade e marcas que transmitam uma imagem de segurança nos alimentos.

A geração Y, nascida entre 1981 e 1996, tem uma preocupação maior com a sustentabilidade e deseja consumir produtos mais básicos. Por fim, a geração Z, nascida após 1996, já veio ao mundo com a internet e são consumidores híbridos que vivenciam experiências físicas, mas adoram inovações digitais.

Consumo saudável

A alimentação saudável é uma das principais tendências para o setor, segundo o relatório Sinais da Fome, realizado pela empresa. Mais da metade dos entrevistados considerou que a comida melhora o sistema imunológico e tem poder de cura maior que remédios. Além disso, afirmaram que uma dieta saudável é capaz de aumentar a expectativa de vida.

A busca por alimentos sustentáveis também é uma tendência crescente entre consumidores e parece ser um caminho sem volta. No entanto, devido ao aumento do custo de vida, as pessoas não querem pagar a mais por isso. Segundo o Euromonitor, apenas um quinto dos consumidores está disposto a gastar mais em produtos associados a sustentabilidade.

Outra tendência é o mercado de alimentos plant-based, impulsionado tanto pelas pessoas que adotaram uma dieta vegetariana quanto pelos chamados flexitarianos, que buscam diminuir o consumo de carne.

Embora o comércio eletrônico tenha tido um “boom” com a pandemia de covid-19, os produtos frescos têm uma desvantagem competitiva nas vendas online. No entanto, a tecnologia pode ajudar, permitindo que o consumidor conheça mais as características e os métodos de produção dos alimentos no ambiente virtual antes de realizar uma compra na loja física.

“Os consumidores de 2024 estarão cada vez mais preocupados com a alimentação saudável e sustentável. As empresas que se adaptarem a essas tendências e oferecerem produtos que atendam às demandas dos diferentes grupos etários estarão em vantagem no mercado, destaca Maurício Godinho sócio-líder de alimentos da KPMG.

Fonte: Planeta Campo

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