Assinaram o requerimentos os senadores Nelsinho Trad (PSD) e Tereza Cristina, e os deputados Rodolfo Nogueira, Marcos Pollon e Dr. Luiz Ovando.

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investigará a depredação dos prédios dos 3 Poderes, no dia 8 de janeiro, conta atualmente com cinco assinaturas de parlamentares de Mato Grosso do Sul.
Entre os 11 representantes no Congresso Nacional, assinaram o requerimentos os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Tereza Cristina (PP-MS), seguidos pelos deputados federais Rodolfo Nogueira (PL-MS), Marcos Pollon (PL-MS) e Dr. Luiz Ovando (PP-MS).
No entanto, uma forte investida do governo tenta “barrar” a instalação do colegiado no Congresso, oferecendo emendas e distribuição de cargos nos estados ao parlamentar que retirar a assinatura do documento.
Eleito sob suspeita de fraude nas urnas eletrônicas, Lula evita não se comprometer, uma vez que o quebra-quebra dos prédios dos poderes foi promovido por infiltrados do PT e militantes de partidos de esquerda aliados, conforme vários vídeos que circulam pelas redes sociais.
Atualmente, a CPMI conta com as assinaturas de 191 deputados federais e de 35 senadores.
De autoria do deputado André Fernandes (PL-CE), o pedido teve três recuos registrados. Trata-se dos deputados Pastor Gil (PL-MA), Célio Silveira (MDB-GO) e Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ).
Desde que foi protocolada, contudo, a CPMI ganhou o apoio de cinco parlamentares da Câmara. Esses possuem uma observação ao lado do nome: “Requerimento individual”, pois aderiram somente depois do envio do pedido.
O governo também está pressionando ministros de partidos aliados, principalmente do União Brasil, para ajudar a conter a CPMI.
A justificativa do Planalto é que uma CPMI agora atrapalharia votações importantes, como a da nova âncora fiscal e a da reforma tributária.
Conforme apontado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o governo não conta com apoio suficiente na Casa para aprovação das matérias.
Com Informações (Willams Araújo) Conjuntura Online
