Home Bastidores Carlos Bernardo destaca Hospital Binacional como legado para a saúde da fronteira no Dia do Hospital

Carlos Bernardo destaca Hospital Binacional como legado para a saúde da fronteira no Dia do Hospital

por Alexandro Zinho
Compartilhe

Idealizador da proposta afirma que iniciativa pretende fortalecer a rede pública de saúde e garantir atendimento especializado mais próximo da população

Celebrado em 2 de julho, o Dia do Hospital reforça a importância de investimentos capazes de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde. Na data, o empresário Carlos Bernardo voltou a defender a implantação do Hospital Binacional de Fronteira, projeto estruturante entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e considerado uma das principais propostas para fortalecer a assistência hospitalar na região entre Brasil e Paraguai.

Idealizado para atender uma demanda histórica da fronteira, o Hospital Binacional pretende ampliar a oferta de serviços de média e alta complexidade, reduzindo a dependência de centros médicos localizados em municípios mais distantes. Atualmente, milhares de moradores precisam percorrer centenas de quilômetros em busca de consultas especializadas, exames, cirurgias e tratamentos, realidade que aumenta custos, prolonga o tempo de espera e dificulta o acesso à saúde.

Segundo Carlos Bernardo, a proposta nasceu a partir das necessidades apresentadas pela própria população e busca oferecer uma solução permanente para um dos maiores desafios enfrentados pelos municípios fronteiriços.

“Entreguei este projeto à Presidência da República porque acredito que chegou o momento de a fronteira receber investimentos compatíveis com sua importância para o Brasil. O Hospital Binacional representa mais do que uma obra de infraestrutura. É um projeto voltado para preservar vidas, garantir atendimento de qualidade e oferecer mais dignidade às famílias que vivem nesta região”, afirmou.

O projeto prevê a implantação de uma unidade hospitalar de referência, preparada para atender moradores brasileiros e paraguaios, fortalecendo a integração entre os dois países na área da saúde e ampliando a capacidade de atendimento especializado em toda a faixa de fronteira.

A moradora Marizete da Cunha Santos considera que a iniciativa representa esperança para quem convive diariamente com as dificuldades enfrentadas pela população.

“Quem mora na fronteira conhece essa realidade. Muitas pessoas precisam sair de madrugada para buscar atendimento em outras cidades, enfrentar filas e esperar por uma vaga. Um hospital como esse significa mais tranquilidade para as famílias e mais chances de salvar vidas. É um projeto que pode transformar a realidade da nossa região”, declarou.

Para Carlos Bernardo, o Dia do Hospital também representa um momento de reflexão sobre o papel dessas instituições na vida da população.

“Hospital significa acolhimento, esperança e oportunidade. É onde profissionais dedicam suas vidas para cuidar das pessoas e onde milhares de famílias depositam sua confiança nos momentos mais difíceis. Investir em saúde é investir na qualidade de vida e no futuro da sociedade”, ressaltou.

Ao defender o Hospital Binacional, Carlos Bernardo afirma que a fronteira precisa ser reconhecida como uma região estratégica para o desenvolvimento nacional.

“A fronteira não pode continuar sendo lembrada apenas pelas dificuldades. Ela é uma região que produz, gera empregos, movimenta a economia e conecta dois países. Precisamos de projetos estruturantes que acompanhem esse crescimento. O Hospital Binacional é um investimento na vida das pessoas e no desenvolvimento regional”, completou.

A entrega do projeto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva representa o início de uma articulação institucional para buscar apoio do Governo Federal e de demais parceiros. A proposta pretende consolidar um novo modelo de atendimento hospitalar na fronteira, fortalecendo a rede de saúde e criando uma estrutura capaz de beneficiar milhares de pessoas dos dois lados da linha internacional.

Compartilhe

Esse site usa cookies para melhorar sua experiência. Nós assumimos que você ta ok com isso, porém você também não aceitar. Eu aceito. Não aceito.

Olá, como posso te ajudar?