Home Bastidores Caravina denuncia abandono da MS-162 e cobra ação imediata após série de acidentes graves

Caravina denuncia abandono da MS-162 e cobra ação imediata após série de acidentes graves

por Alexandro Zinho
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O deputado estadual Caravina denunciou, nesta terça-feira (2), o estado crítico da Rodovia MS-162 e cobrou da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) uma intervenção urgente para evitar novas tragédias no trecho entre Sidrolândia e o Distrito de Quebra Coco.

Segundo o parlamentar, a rodovia — tomada por buracos, fissuras profundas e sinalização precária — se transformou em um dos pontos mais perigosos da região, colocando em risco diário centenas de motoristas, trabalhadores e moradores.

A situação, classificada por Caravina como “inaceitável e resultado de omissão do poder público”, tem provocado um aumento expressivo de acidentes, incluindo colisões violentas e capotamentos. “Estamos falando de uma via vital para a população, mas completamente esquecida pelo Estado. A falta de manutenção está custando caro e colocando vidas em risco todos os dias”, afirmou.

Moradores de Sidrolândia e da comunidade de Quebra Coco têm relatado ao gabinete do deputado episódios recorrentes de acidentes e prejuízos causados pelo pavimento deteriorado. Muitos descrevem o trecho como uma “armadilha” para quem é obrigado a trafegar pelos cerca de 30 quilômetros afetados.

Para o parlamentar, a Agesul não pode mais adiar uma resposta. Caravina exige uma ação emergencial e responsabilização pelo abandono prolongado da rodovia. “Não se trata apenas de manutenção. Trata-se de respeito à vida. A MS-162 foi deixada deteriorar a ponto de se tornar um risco iminente. O Estado precisa agir agora, antes que mais famílias sejam destruídas”, criticou.

Caravina informou que continuará pressionando as autoridades competentes e acompanhará de perto cada etapa das medidas anunciadas. “É inadmissível que uma rodovia tão importante tenha chegado a este nível de calamidade. A população não pode mais pagar pela negligência.”

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