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Desaprovação: Lula atinge novo recorde de alta após escândalo no INSS

por Alexandro Zinho
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Esta foi a primeira pesquisa do instituto AtlasIntel após o escândalo envolvendo o INSS, Lula atinge recorde.

De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo AtlasIntel, a desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou e atingiu o maior patamar da série histórica.

Atualmente, 53,7% dos entrevistados não aprovam seu governo. Em janeiro de 2024, quando Lula completava um ano no cargo, essa taxa era de 45,4%.

Já quem aprova sua gestão corresponde a 45,4%, enquanto 0,7% não souberam opinar.

Este estudo é o primeiro feito pelo instituto após o escândalo de fraudes nas aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que prejudicou a imagem do governo. Entre março e abril, período em que a pesquisa foi repetida, a taxa de desaprovação caiu 3,5 pontos percentuais, chegando a 50,1%. Foi o primeiro momento desde abril de 2024 em que essa porcentagem diminuiu depois de uma trajetória crescente.

O escândalo levou à troca na liderança do Ministério da Previdência Social e à saída do PDT da base governista. Uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) será criada no Congresso para investigar os desvios e deverá contar com membros designados, do PL.

Um dos questionamentos feitos aos entrevistados foi a opinião deles sobre quais são os maiores problemas do Brasil atualmente. “Corrupção”, resposta de 47% dos entrevistados no mês passado, saltou para 60%, liderando a lista.

Em segundo lugar, ficou “criminalidade e tráfico de drogas”, que era considerado o maior problema desde janeiro.

Os entrevistados também foram questionados qualitativamente sobre como avaliam a gestão de Lula. Os que consideram “ruim ou péssima” são 52,1%, enquanto 41,9% acham que o trabalho desempenhado pelo presidente é “ótimo ou bom”, 6% avaliaram como “regular”.

A pesquisa ouviu 4.399 brasileiros entre os dias 19 e 23 de maio O nível de confiança é de 95% e a margem de erro de um ponto porcentual.

Com infomações: AE

Foto: EFE/ Andre Borges

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